sábado, 18 de outubro de 2008


Reportagem sobre a sessão em Matosinhos

já em linha

como sempre em


canais especiais

Pedro Baptista

Hoje, sábado, dia 18, 21.30


Junta de Freguesia de Baguim do Monte


Pedro Baptista


Perguntas e Respostas


Militantes e Simpatizantes das Secções


Estação, Ponte, Fânzeres, Baguim, S.Pedro da Cova, S. Cosme

Regionalizar para unir o país

Belíssima reportagem sobre intervenções argutas, sérias e profundas. Mas subsiste uma questão: só haverá Regionalização se conseguirmos um acordo de revisão constitucional que elimine a cláusula-tampão que obriga a que a instituição das regiões só possa ser efectuada mediante um referendo em que vote a maioria dos eleitores inscritos, ou seja um referendo vinculativo. O que nunca aconteceu em três referendos todos eles não vinculativos. E está bom de ver que nunca acontecerá. É pois uma cláusula de boicote.
Um referendo nas actuais condições constitucionais - como preconiza o nosso adversário que durante três anos manteve a Regionalização na gaveta - não passa de poeira para os olhos.
A ter de haver referendo, só poderá ser efectuado depois da remoção da cláusula-boicote por um qacordo de revisão constitucional. (PB)
Centralismo apontado como o grande culpado das assimetrias espaciais portuguesas

(JN) 18.10. 2008 TIAGO RODRIGUES ALVES
Se já tivessemos regiões em Portugal, muitos erros cometidos por excesso de centralismo poderiam ser evitados, defende Manuel Porto. Cândido de Oliveira diz mesmo que a regionalização equivale a melhor democracia.
A experiência internacional foi o mote para mais uma conferência do ciclo "Regionalização: uma vantagem para Portugal?", organizado pela Câmara Municipal do Porto. Desta vez, o auditório encheu-se para ouvir António Cândido de Oliveira e Manuel Porto, ambos professores de Direito - o primeiro em Braga, o segundo em Coimbra - e ambos regionalistas.
"Defendo a regionalização para unir o país, porque sem ela Portugal está cada vez mais a separar-se", explicou Manuel Porto. Dando o exemplo da "Banana de Ouro" e da região da Baviera, recusou a fatalidade do interior e afirmou que "o que provoca desequilíbrios espaciais é o centralismo, não as causas naturais". Para o professor, é "inaceitável" que o Norte e o Centro, com mais de 60% dos portugueses, sejam as duas regiões mais pobres do país. Na sua opinião, isto comprova que, "em termos espaciais, o estado central não distribui a riqueza porque a concentração aumenta os desequilíbrios". E estando os centros de decisão concentrados em Lisboa,"os grupos que têm mais força é que fazem prevalecer a sua vontade, e isso tem um a influência enorme nas decisões que são tomadas".
A seguir, Manuel Porto deu exemplos de decisões com esta lógica municipal que não seriam tomadas se existisse regionalização. Desde logo, a rota do TGV Lisboa-Madrid que, em vez de passar pelo centro do país, mais populoso e em linha com Madrid, vai passar pelo Alentejo, com uma densidade populacional muito menor. A localização do novo aeroporto é outro exemplo de uma decisão "puramente municipal", pois na margem sul do Tejo vai ficar mais longe do centro populacional e será muito "mal servido".
Manuel Porto apontou ainda a nova linha de Metro Gare do Oriente-Portela e a requalificação da frente ribeirinha de Lisboa, que, juntas, vão custar perto de mil milhões de euros - um quarto do TGV - perguntando "o que é mais importante: unir o país ou fazer cinco quilómetros de Metro em Lisboa?"
O professor referiu, ainda, que "não podemos deixar de ser seduzidos pelo que se passa lá fora", exemplificando os benefícios da descentralização com a Alemanha e Holanda, dois países sem uma grande metrópole e que são, na Zona Euro, os dois únicos países superavitários na balança de mercadorias.
António Cândido de Oliveira explicou que a tendência europeia é reduzir o número de municípios e criar um nível intermédio de administração democrática para melhor gerir o território, qualquer que seja o tamanho do país. "Mesmo os países pequenos não têm apenas problemas locais e nacionais; têm também problemas regionais que não podem ser bem resolvidos pelos municípios - mesmo quando associados - ou pelo Estado". O professor defendeu que a ambos também lhes falta legitimidade democrática, pois não receberam um mandato para os resolver. Para Cândido de Oliveira, a regionalização prende-se com um problema de falta de democracia e da aplicação do princípio da subsidiariedade.
Em relação ao Norte e ao Centro, Cândido de Oliveira acha que o seu grande problema é que "não têm voz", contrapondo com a marcação de agenda que a imprensa regional da Galiza consegue fazer. Relebrou ainda que Portugal reduziu os municípios em 1836, com Passos Manuel, e que o distrito chegou a ser uma autoridade local, mas foi extinta porque "gastava demasiado dinheiro a construir estradas". Com a Constituição de 1976 eliminaram-se os distritos, porque se queriam regiões maiores mas, agora, "nem há distritos, nem regiões".

Metro do Porto deve chegar mais cedo a Vila d' Este

Pois claro, como temos defendido, ao contrário do nosso adversário para quem tudo está bem desde que venha de cima! Aliás nem é preciso dependência de especialistas ou de estudos para constatar isto, basta ter alguma visão territorial, social e política da região. PB

Álvaro Costa e Instituto da Mobilidade sugeriram a inclusão da ligação na segunda fase
(JN) 18.10.08 CARLA SOFIA LUZ
A chegada do metro a Vila d'Este não deve ser adiada para 2022. O especialista Álvaro Costa e o Instituto de Mobilidade e dos Transportes Terrestres defendem a antecipação para a segunda fase de desenvolvimento da rede.
A calendarização desta ligação no plano de expansão da rede do metro contraria, para além do estudo da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (coordenado por Paulo Pinho), as análises da TRENMO, executadas pela equipa de Álvaro Costa, e do Instituto de Mobilidade. Dias antes da apresentação da proposta da Comissão Executiva da Empresa do Metro aos autarcas, foram pedidas duas análises à proposta em cima da mesa, mas não conduziram a qualquer alteração.
O parecer da TRENMO é mais incisivo do que o do instituto. A equipa, coordenada por Álvaro Costa, não tem dúvidas de que a localização do término da Linha Amarela em Laborim merece "breve reflexão quanto à razoabilidade de ponderar o prolongamento até Vila d'Este", dado que a construção de um troço com 1,1 quilómetros levará o metro a uma área com mais de 30 mil habitantes, "com características socio-demográficas que induzem uma forte propensão para a utilização de transportes públicos".
No entanto, este argumento de maior cobertura de uma população carenciada, válido para a opção Campo Alegre em detrimento da Boavista (foi uma das principais razões apontadas pela Comissão Executiva da Metro), foi ignorado no caso de Vila d'Este. A extensão da Linha Amarela a Laborim trará mais 273 utentes por hora à rede no período de ponta da manhã. Se também for a Vila d'Este resultará num acréscimo de 933 passageiros.
O instituto, tutelado pelo Ministério das Obras Públicas e que validou a proposta da Comissão Executiva, considera que, embora a extensão a Vila d'Este esteja "dependente da solução que vier a ser definida para o novo Centro Hospitalar Gaia-Espinho, poderá justificar-se antecipá-la para a segunda fase". De resto, faz a defesa da proposta e, em particular, da ligação entre Campanhã e Gondomar por Valbom por servir "zonas mais densamente ocupadas, captando mais passageiros do que o traçado a partir da Venda Nova"; e do corredor do Campo Alegre em vez da Linha da Boavista.
Considera que a ligação pela Boavista cobriria, parcialmente, a zona Ocidental da cidade, ficando "por servir toda a zona da Foz até ao centro do Porto". Contudo, os traçados das duas linhas não teriam apenas o troço inicial à saída de Matosinhos em comum. Ambas serviriam o pólo universitário do Campo Alegre. Prolongadas até S. Bento, as duas linhas teriam uma paragem junto à Faculdade de Letras, seguindo pelo Palácio de Cristal e Cordoaria.
Daí que Álvaro Costa aponte, como vantagem comum às duas ligações, a "passagem no troço de maior procura (Faculdade de Letras - S. Bento)" e o número semelhante de passageiros por quilómetro. Aliás, o especialista não indica a sua preferência na referida análise, enunciando as vantagens das duas ligações. Em comum, possuem, ainda, o tempo de viagem e o custo de construção.
O canal do Campo Alegre serve mais residentes e populações carenciadas, abre caminho à construção da Via Nun'Álvares e requalifica a Rua de Diogo Botelho. Já o traçado da Boavista reabilitaria a avenida, contribuindo para a afirmação como "business district" do Porto, até porque teria maior cobertura de emprego.

Crise financeira obriga a repensar projectos de investimento

Não estamos sozinhos a batalhar dia e noite por esta causa evidente que Cravinho, mais uma vez, expressa. É por isto que temos de vencer o nosso combate. É por isso que nos candidatamos a Voz do Norte e também Voz da Razão, em defesa dum programa específico para uma situação específica que é a do Norte. Por isto, sentimo-nos com o dever imperioso de sermos alternativa aio silêncio, à passividade , à resignação e ao servilismo.

Assim todos os portuenses do Distrito o compreendam e nos ajudem , ajudando-se. Não estamos numa luta pela troca de lugares: o que está em causa é muito sério, mesmo dramático: são duas concepções totalmente diferentes de encarar o futuro que estão em combate. Nos próximos dias 24 e 25 não podemos falhar. Cada um de nós não pode falhar. (Pedro Baptista)

PÚBLICO 17.10.2008 - Paulo Ferreira


João Cravinho propõe um grande programa para Norte do país, a região que será (ainda) mais afectada, responsável por 40% das exportações portuguesas



João Cravinho defende que os projectos de investimento públicos e privados devem ser repensados e reanalisados à luz dos novos dados fornecidos pela crise financeira internacional. O ex-deputado socialista afirma, em declarações ao PÚBLICO, que “o programa de investimentos foi pensado e concebido em circunstâncias que mudaram e que é preciso reanalisar”. Em causa está a restrição global nos mercados de crédito e a “grande dependência da economia portuguesa dos mercados financeiros internacionais”, que pode levar a “um racionamento de crédito que obriga a que haja um critério muito firme sobre os projectos que devem e não devem ser financiados”. João Cravinho teme que os grandes projectos públicos, pela sua dimensão, absorvam recursos financeiros do mercado financeiro e tornem ainda mais apertada a restrição para as empresas e famílias no acesso ao crédito. “Deve haver mais análise, reflexão, pareceres”, defende o actual administrador do BERD (Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento), sugerindo que se crie uma comissão que, de forma independente e com elevada capacidade técnica, avalie os problemas concretos da economia portuguesa e aconselhe o Governo a tomar estas opções. “Isto é trabalho para o Silva Lopes”, adianta Cravinho, avançando com o nome do economista para liderar esse grupo de trabalho. “Não se trata de deixar as opções políticas para esse grupo de trabalho, mas apenas uma função de aconselhamento”, esclarece o ex-ministro das Obras Públicas do governo de António Guterres. Além da restrição de crédito na generalidade da economia, Cravinho considera também que cada projecto deve ser reanalisado para se avaliarem os seus encargos de acordo com os dados mais actuais, nomeadamente nos custos de financiamento. “As actuais condições financeiras podem significar encargos muito maiores”, afirma, acrescentando que “o facto de estes projectos não terem impacto directo no Orçamento do próximo ano não significa que não tenham na economia a prazo”.



"Manta curta"



Recordando que as concessões públicas que estão em concurso neste momento ascendem a 6000 milhões de euros, 50 por cento acima do montante de investimento público previsto no OE 2009, o ex-deputado socialista considera que “o Governo procura, e bem, ter uma política anti-ciclíca e estimular a procura”. Mas há “o problema da manta curta e o recurso ao crédito vai ser restrito”, reforça, recordando que o défice externo português é equivalente a 10 por cento do PIB, o que mostra a dependência do país das condições dos mercados financeiros internacionais.“Estamos numa crise cuja duração e profundidade não conhecemos, nomeadamente ao nível das restrições de credito”, afirma. O Orçamento do Estado para 2009, que classifica como “o melhor que o Governo podia fazer nestas circunstâncias”, é “datado com a informação de hoje e pode vir a haver impactos variados sobre a economia pública e privada”.



Grande programa para o Norte



Antecipando as dificuldades económicas prolongadas por que o país vai passar – “a crise pode durar três ou quatro anos” –, João Cravinho propõe também que se prepare já um grande programa de desenvolvimento para o Norte do país que, segundo diz, será a região que mais vai ser afectada. O Norte do país é responsável por cerca de 40 por cento das exportações portuguesas.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Mais apoios...


Camarada Pedro Baptista,


O meu nome é Miguel Castro, tenho 23 anos, sou licenciado em Direito e o militante nº 72597 do Partido Socialista, secção da Sé do Porto.


Onde pára o verdadeiro Partido Socialista?

Optei pelo PS não por tradição familiar, mas por admirar o nosso partido na sua “alegada” vertente pluralista e democrática. Três anos de desempenho autárquico, enquanto membro da Assembleia de Freguesia da Sé do Porto, revelaram-me parte de um fascinante mundo com que vinha sonhando desde criança. Infelizmente, em termos partidários, a experiência tem sido deveras desagradável. Deparei-me com um PS Porto imóvel, avesso à mudança e à renovação, indiferente a quaisquer regulamentos ou estatutos e em que os interesses pessoais se sobrepõem ao interesse geral. Conheci um PS rico em gente oportunista e cínica, que não olha a meios para atingir os fins e disposta a tudo para não perder as vantagens adquiridas. Um partido de gente já tão comprometida que se vê obrigada a encobrir qualquer comportamento desviante de quem integre o seu núcleo, por mais grave que se revele. Falo de um núcleo composto por gente que tem como maiores virtudes, na perspectiva de alguns, o seu seguidismo, a sua incapacidade para gerar ideias e debate. Que partido é este em que o único pré-requisito para se ter sucesso é conseguir mover a cabeça na direcção desejada? Que partido é este em que se beneficia os prevaricadores e se marginaliza quem não alinha em jogos perversos e se revela “demasiado” honesto? Que pseudo-democracia é esta em que candidatos às eleições internas usam até dinheiro que pertence ao partido para comprar os votos e a consciência de quem lhes convém, adquirindo assim uma vantagem inadmissível sobre quem se pretenda opor-lhes? Este é o partido em que se torna evidente uma decadência intelectual e moral dos seus representantes!Independentemente do que escrevi, nunca mal direi a cruz de pensar pela minha cabeça. Uma lufada de ar fresco! Ler continuamente os projectos que vem preconizando para o PS Porto, sentir essa vontade (que também é minha) de ir à luta, de quebrar as rotinas e o marasmo instalado, de devolver à Invicta o estatuto que nunca deveria ter perdido, é um enorme prazer e um foco de esperança. A nossa cidade merece ser “efectivamente” representada por gente despojada de vaidades e que não busque na política mais do que ela deve oferecer. Merece ser respeitado quem tem mérito, quem demonstra vontade de trabalhar e concretiza essa vontade, quem não se deixa corromper pelos seus próprios interesses…As propostas que nos apresenta, comparativamente às dos demais, não fossem ter já o mérito de “existir” são de facto inteligentes e empolgantes. Não basta repetir constantemente uma série de frases feitas e conclusões óbvias, dizer que se pretende recuperar para o PS as autarquias perdidas, que o Dr. Rui Rio é demoníaco e que a oposição interna vendeu a alma ao Diabo. Há que usar o cérebro para conquistar os objectivos a que nos propomos! Vejo na candidatura do Dr. Pedro Baptista à Federação Distrital do Porto um exemplo de “coerência”, qualidade francamente invulgar hoje em dia.


O confronto…


Fiz questão de entrar em contacto, essencialmente para lhe manifestar o meu apoio e o dos que a meu lado vêm travando batalhas nos mesmos moldes da que terá pela frente. Apoio para uma luta que não será fácil (mercê das circunstâncias desfavoráveis) mas sempre admirável por assentar em ideais. Estive presente numa sessão de apresentação da candidatura de um dos seus adversários, realizada na Federação Distrital do Porto, e posso garantir-lhe que nada de relevante para o Distrito lá foi dito. Há um vazio de ideias tão grande e uma falta de consideração por quem as tenha que saí de lá estupefacto…Assim, conte com o meu voto e com toda a solidariedade neste momento de acção, na certeza de que, seguindo o seu exemplo, continuarei a luta por um PS Porto mais livre e respeitado.


Despeço-me com Manuel Alegre (Trova do vento que passa) e …


Mesmo na noite mais triste

em tempo de servidão

há sempre alguém que resiste

há sempre alguém que diz não.


Fernando Pessoa (D.Fernando, Infante de Portugal) “A Mensagem”

E eu vou, e a luz do gládio erguido dá

Em minha face calma.

Cheio de Deus, não temo o que virá,

Pois, venha o que vier, nunca será

Maior do que a minha alma!


Um Abraço!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Quem adivinha quais serão os constrangimentos pessoais e profissionais a que o camarada se refere? Em que concelho se situa a Coreia do Norte?

(Foram retiradas desta carta, por razões óbvias que demonstram o clima de intimidação e medo em que se vive no Porto, os elementos que possam identificar publicamente o autor, para não prejudicarmos a vítima. Não apresentaremos lista a delegados em St. Tirso - parabéns! -, mas o assunto não ficará por aqui. Cá se fazem, cá se pagam. Sobretudo os democratóides de depois do 25 de Abril que utilizam os poderes públicos para práticas pidescas e fascistas de perpetuação no poder. Deve ser de família!)
Caro e Ilustre Camarada Dr. Pedro Baptista:
Sou (...) militante do Partido Socialista (...)
Confesso que já acompanhei com mais interesse a vida partidária ao nível do nosso Distrito do Porto. Mas o natural entusiasmo pelas lutas políticas esmoreceu face à faltade carisma e qualidades de uma personagem que, à frente, nos últimostempos, dos destinos da Federação, tem transmitido do nosso Partido uma imagem de amadorismo e "brejeirice" que em nada abona a favor de um Partido que se pretende eficiente e moderno.
O nível de intervenção e de actuação políticas que um Distrito como o do Porto requer, impõe uma liderança credível, que deveria necessariamente ser assumida por alguém que, reunindo capacidades intelectuais e humanas acima da média, se impusesse através de um discurso político elevado, na óptica da defesa intransigente dos interesses da população do Distrito, e não de um "discurso de caserna", como aquele a que o camarada Renato Sampaio já nos vem habituando.
Creia que, não fora a escassez de tempo e outros constrangimentos pessoais e profissionais, teria todo o gosto em acompanhar e apoiar a sua candidatura. No entanto, creia-me ao dispor para futuros embates, restando-me, de momento, remeter-lhe os meus votos pessoais do maior êxito ao nível político e pessoal.
(Camarada devidamente identificado)
Santo Tirso

Eleição do Presidente da Federação e dos Delegados ao Congresso Distrital


dia 24 (seccções profissionais) e dia 25 (secções residenciais) de Outubro
Próximas sessões com Pedro Baptista
Sexta-feira dia 17 21.30
Secção da Senhora da Hora
Sábado dia 18 21.30
Junta de Freguesia de Baguim do Monte
Militantes e simpatizantes de
Estação, Ponte, Fânzeres, S. Pedro da Cova e S. Cosme


Hoje Quinta-feira 23,30

Estaremos na "Análise do Dia"

Reportagem da Sessão de Alpendurada
em

terça-feira, 14 de outubro de 2008

SEXTA-FEIRA
DIA 17
21,30
SECÇÃO DO PARTIDO SOCIALISTA
SENHORA DA HORA
PERGUNTAS E RESPOSTAS
COM
PEDRO BAPTISTA

sábado, 11 de outubro de 2008

Correcção no endereço do nosso canal de televisão-net
canais especiais
Pedro Baptista
PS/Porto: Pedro Baptista considera "abusivos" apoios a Guilherme Pinto em Matosinhos
10 de Outubro de 2008, 20:20
Porto, 10 Out (Lusa) - Pedro Baptista, candidato à distrital do Porto do PS, considerou hoje "extemporâneos e abusivos" os apoios da secretária de Estado Ana Paula Vitorino e do líder da Federação, Renato Sampaio, à recandidatura de Guilherme Pinto à Câmara de Matosinhos.
Num mega-jantar de comemoração do terceiro aniversário do seu mandato, Guilherme Pinto foi apontado por Renato Sampaio e por Ana Paula Vitorino como "o melhor candidato para conseguir uma maioria para o PS", sem fazerem qualquer alusão directa a Narciso Miranda, que tem manifestado a intenção de avançar com uma candidatura independente à autarquia.
"São declarações extemporâneas e abusivas. Compete antes de mais à Comissão Política Concelhia escolher o candidato e isso ainda não aconteceu. É um desrespeito para com os seus membros virem assim umas luminárias antecipar-se à pronúncia estatutária dos órgãos devidos", disse Pedro Baptista à Lusa.
O candidato e ex-deputado disse "esperar que Ana Paula Vitorino consagre mas é o seu tempo a procurar melhorar o calendário da segunda fase do Metro do Porto e a fazê-lo chegar a Vila d'Este".
Apesar de considerar "natural que os candidatos procurem rodear-se de figuras de prestígio", Pedro Baptista criticou "essa espécie de sucessão monárquica, em que os que estão continuam a estar apenas pelo facto de estarem, não faz sentido nenhum, até porque há três anos esse critério não foi aplicado a Narciso Miranda".
"Ele não era presidente da Câmara de Matosinhos? Não lhe pediram para abdicar e indicar alguém que fizesse o mandato? Ele fê-lo na ocasião. Se queremos arranjar princípios hereditários, então que os tivessem aplicado na ocasião. Os estatutos não referem em caso algum esse princípio", disse, numa alusão à norma socialista de que os presidentes de câmara em exercício são os "candidatos naturais" aos cargos.
Pedro Baptista garantiu que, se for eleito líder federativo, manda fazer "sem olhar a custos" uma sondagem credível e senta-se numa sala com a Comissão Política Concelhia "um, dois, três dias, os que forem necessários" até decidir quem tem melhores condições para ganhar as autárquicas, se Guilherme Pinto, se Narciso Miranda.
"Fecho-me na sala com eles, pego na chaves da sala e não as engulo porque me engasgava mas deito-as pela janela. E só saímos quando houver uma decisão. Respeitarei o que a Concelhia escolher mas quem decidir assume as suas responsabilidades pelos resultados", acrescentou.
O candidato considerou "ignóbil a forma como Narciso Miranda tem sido marginalizado pelo PS" mas considerou que o ex-autarca não tem sido a única vítima desse tipo de tratamento.
"Todos os que no Norte se caracterizaram por posições afirmativas e de defesa do Norte foram ou afastados das funções ou colocados em gaiolas principescas. Foi também o caso de Nuno Cardoso, Fernando Gomes e até de Orlando Gaspar", explicitou.
MSP
Lusa/Fim

Sócrates trava acordo entre Costa e Rio

Lei eleitoral autárquica

Por Sofia Rainho com Helena Pereira (Sol) 11.10.08
António Costa e Rui Rio negociaram, nos últimos meses, a recuperação do projecto de alteração da lei eleitoral autárquica que previa uma lista única à Assembleia Municipal e a constituição de executivos maioritários pelas listas vencedoras.
Mas o acordo firmado pelos presidentes das câmaras de Lisboa e do Porto, e ‘números dois’ do PS e do PSD, esbarra na exigência de José Sócrates de o PSD «dar garantias» públicas de que aprovará o projecto que o PS tinha previsto agendar para a próxima semana.
A questão reside, outra vez, no reconhecimento ou não do direito de voto dos presidentes de junta de freguesia em matéria de orçamentos camarários – que levou Luís Filipe Menezes a chumbar a lei que Marques Mendes tinha avalizado.
Entretanto, PS e PSD deixaram cair de vez a lei das inelegibilidades apresentada por Marques Mendes e aprovada pelos dois partidos em 2005.

Pelo que se percebe da notícia, Sócrates pretenderá retomar que os Presidentes de Junta estejam presentes na Assembleia Municipal mas sem direito a voto. Será caso para perguntar o que la estarão, então a fazer? Os presidentes de Junta ou estão ou não estão, se não querem que estejam, assumam-no, se é para estarem têm de estar em plenitude, não podem ser membros de 2ª da AM.(PB)

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Em
Reportagem sobre a a apresentação da moção na
Secção das Medas
com entrevistas a José Neves e Avelino Oliveira
Mas o melhor ainda foi a segunda apresentação feita em seguida, num café próximo, repleto de militantes socialistas, que apoiaram entusiasticamente as ideias contidas na moção e a nossa candidatura

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Domingo, dia 12, 15 horas
ALPENDURADA
Sede da Fanfarra
Convívio-debate
com
Pedro Baptista
Sábado, dia 11, das 13 às 14 horas
Pedro Baptista
na
Rádio Clube Português
Entrevista
Sexta-feira, dia 10 de Outubro, 21.30
Sede da "Concelhia" de Matosinhos
Praça Basílio Teles
Perguntas e Respostas
com
Pedro Baptista

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Meia hora de chuva parou e alagou o Porto

Que bem está feito o Metro! Que bem protegidos estamos pelas nossas câmaras! Que eficazes têm sido as privatizações dos serviços!
Intenso aguaceiro que, ontem de manhã, caiu no Porto, voltou a provocar inúmeros estragos, um pouco por todo o lado. A situação mais preocupante viveu-se no Campo 24 de Agosto, com a estação de metro encerrada todo o dia
LILIANA FIGUEIRA (JN) 8.10.08
Os portuenses voltaram a arregaçar as calças, perante a forte chuvada que, numa questão de minutos, fez parar a cidade do Porto. O trânsito tornou-se ainda mais caótico, com ruas alagadas, queda de tectos e inundações várias, em estabelecimentos e habitações privadas.
Para quem quis fugir à confusão do tráfego automóvel, e procurou no metro uma solução mais eficaz, a opção não foi a melhor. Entre as 10.28 e as 11.50 horas, a circulação do metropolitano esteve cortada entre Campanhã e a Trindade.
Já a estação do Campo 24 de Agosto permaneceu interdita ao público, durante todo o dia de ontem. Por "motivos de segurança", e apesar de a circulação do metropolitano, à tarde, já estar "normalizada em toda a rede", naquela estação não houve entrada nem saída de passageiros, conforme explicou ao JN, fonte oficial da empresa Metro do Porto.
Tal como já havido acontecido em Novembro de 2006 (dois anos depois de ter sido inaugurada), a estação do Campo 24 de Agosto voltou a "meter água": o sistema de drenagem de águas pluviais foi insuficiente face à quantidade de chuva que caiu num período de meia hora, provocando infiltrações nas estruturas daquela paragem.
Consequentemente, e de acordo com o chefe de prevenção dos Bombeiros Sapadores do Porto, Joaquim Teixeira, "verificou-se a queda de várias placas do tecto, que é em pladour, e todas as linhas do metropolitano ficaram alagadas".
"O problema não está na estação em si, mas sim na área envolvente, ao nível dos sistemas de drenagem de águas pluviais", justificou fonte oficial da Metro do Porto.
Segundo o responsável, em Novembro de 2006 foram tomadas algumas medidas "que se têm revelado eficazes, pois nestes dois anos, não houve mais problemas". Na altura, para além dos reparos efectuados, com vista a resolver os danos estruturais provocados, igualmente, por infiltrações, foi criado um sistema de barreiras, que "protege os acessos da estação e minimiza o impacto das inundações".
Porém, tendo em conta que é accionado por funcionários da Metro, "hoje (ontem) não foi possível colocar o sistema a trabalhar atempadamente", explicou a mesma fonte.
Outra das medidas tomadas em 2006, refere-se a duas intervenções ao nível do sistema de escoamento das águas pluviais, que "irão ser efectuadas a curto prazo". Segundo as informações prestadas pela fonte oficial da Metro do Porto, "trata-se de uma obra rápida, que vai contribuir para uma melhor drenagem".
O mau escoamento das águas não trouxe apenas problemas ao metro do Porto. Alguns estabelecimentos do Campo 24 de Agosto, situados junto à estação metropolitana, tiveram que encerrar por falta de condições.
No Café Pinguim, a primeira inundação de 2008 resultou em largos estragos. Como contou, ao JN, Vítor Lopes, "se ligar a corrente, os motores das máquinas rebentam porque houve infiltrações de água". A chuva atingiu uma altura tal, que os cerca de oito clientes que se encontravam no café, no momento em que a chuva caiu com maior intensidade, subiram para cima das mesas, pois não conseguiram sair para a rua a tempo.
Também na Luar Protector Óptica prosseguem as limpezas. "Desde que fizeram as obras do metro que isto acontece", queixa-se Anabela Baptista, funcionária da óptica.
Ao lado, uma moradora, cujo rés-do-chão ficou totalmente alagado e sujo de lama, queixa-se, igualmente, do metro: "Desde as obras, e por causa do mau escoamento, isto acontece várias vezes".
Das 8 às 16 horas, em toda a Área Metropolitana do Porto, os bombeiros não tiveram descanso. A maioria das saídas deveu-se a problemas de escoamento da água, que levaram a inúmeras inundações, em habitações privadas, estabelecimentos comerciais e na via pública.
Na Avenida dos Aliados, por exemplo, os pisos inferiores da Agência Abreu ficaram totalmente alagados, com a água a chegar aos computadores. Já na Avenida Paiva Couceiro, entre as pontes do Infante e de D. Maria, a água atingiu meio metro de altura, condicionando o trânsito naquela via durante meia hora.
Por seu turno, em Valbom, Gondomar, só hoje estará resolvida a situação do parque de estacionamento interior de um edifício com 150 habitações, que ficou cheio de lama.