Partido Socialista de BaiãoComissão Política Concelhia
05/12/09
JOSÉ LUÍS CARNEIRO: “BAIÃO QUER DAR O SEU CONTRIBUTO PARA O DEBATE POLÍTICO DISTRITAL”
José Luís Carneiro mostrou-se ontem disponível para “assumir mais responsabilidades no seio do Partido Socialista, nomeadamente a nível distrital” e desafiou os militantes e dirigentes socialistas do Distrito a fazer do Porto “o centro do debate político a nível nacional”. O autarca assegurou, no entanto, que irá manter-se como presidente da Câmara de Baião até ao final do mandato como foi prometido aos eleitores.
“Baião quer dar o seu contributo para o debate político distrital que se avizinha e que inaugurará um novo ciclo político. Um ciclo que terá pela frente as eleições presidenciais, as europeias, as legislativas e as autárquicas. É por entendermos que este ciclo é mais exigente, que queremos dar um outro tipo de contributo à vida do Partido no distrito”, defendeu aquele que nas últimas autárquicas conquistou a maior vitória de sempre dos socialistas no distrito (com 67% dos votos).
O discurso foi proferido no tradicional Jantar de Natal do PS-Baião, perante quase mil pessoas, entre as quais Nuno Cardoso, Pedro Baptista, Agostinho Gonçalves, o recém-eleito presidente da Câmara de Mesão Frio Alberto Pereira, e dirigentes de vários pontos do distrito.
Elegendo a regionalização como a “causa das causas” para o desenvolvimento do país, José Luís Carneiro classificou de inadmissível o crescimento das assimetrias regionais. “A lógica do poder deve ser a de dar às comunidades os instrumentos e ferramentas de decisão e não afastá-los”, concluiu.
“Há quem argumente que a regionalização não é bem-vinda nesta época de crise económica, mas creio que esta solução não implicaria o crescimento da despesa, antes uma melhor afectação dos recursos. Seria, até, uma forma de fazer frente à crise”, notou. Para José Luís Carneiro “o capital de experiência e conhecimento obtido pelos recursos humanos das Comissões de Coordenação e das Direcções Regionais” deverá servir de base às futuras regiões administrativas.
O socialista eleito pela primeira vez em 2005 deixou ainda um desafio: “devemos contribuir para a produção de um pensamento político relativo às novas atribuições e competências das autarquias locais. Deveremos ter um pensamento próprio sobre o modo como as autarquias se devem posicionar no em áreas tão importantes como a Educação, a Saúde, a Acção Social, o Ambiente, o Ordenamento do Território e a participação dos cidadãos nos instrumentos de gestão municipal”.
O autarca entende igualmente que as “candidaturas autárquicas do PS devem pautar-se por uma certa identidade estratégica e programática. Essa concertação política estratégica deverá ter em conta as múltiplas realidades no interior da região e do próprio distrito do Porto”.
O baionense frisou ainda a necessidade de ter um partido “aberto e em diálogo permanente e constante” com a sociedade: “estamos convencidos que um partido com esta inserção na vida cívica e capaz de ouvir e perceber essa dinâmica teria evitado e perda da maioria absoluta do PS. Um partido com esta dinâmica será o melhor aliado do Governo, pois, permitirá o ajustamento das políticas públicas às efectivas e justas necessidades sócio-culturais e económicas do País”.
“Na última legislatura foram implementadas boas políticas, mas muitas vezes faltou a ligação do partido com a sociedade civil, para que estas percebessem o porquê da avaliação dos professores, da actuação da ASAE. Faz igualmente sentido que haja um acompanhamento muito próximo da forma como estão a ser aplicadas as prestações sociais – a rendimento social de inserção, o acesso à formação profissional, ou o subsídio de desemprego”.
“Por último”, notou, “é tempo de conhecermos e de participarmos na discussão sobre as propostas de reforma eleitoral discutidas pelos dois partidos ao mais alto nível. É que, pelas notícias vindas a público sobre os estudos realizados por entidades independentes, se os partidos avançarem no sentido das propostas apresentadas por essas entidades, poderemos vir a assistir a uma das maiores transformações políticas desde o 25 de Abril. Ora, o distrito do Porto tem que participar activamente nesta discussão”.
O socialista referiu-se ainda à questão das portagens no grande porto, defendendo o surgimento de uma “visão integrada” sobre a área metropolitana e a região norte. “É preciso criar uma política de portagens que tenha em conta as relações existentes entre as região e factores de natureza económica, social e ambiental, pois há que promover o uso do transporte público”.
Os outros discursos da noite ficaram a cargo do presidente da Concelhia do PS-Baião, Paulo Pereira, o presidente da Assembleia Municipal de Baião, José Pinho Silva e o antigo presidente da Assembleia Municipal baionense e candidato à autarquia, José Teixeira de Sousa, que ao fim de 18 anos de relação com o PS-Baião na qualidade de independente se tornou recentemente militante socialista. Tal como 200 novos militantes ontem apresentados.
JOSÉ LUÍS CARNEIRO: “BAIÃO QUER DAR O SEU CONTRIBUTO PARA O DEBATE POLÍTICO DISTRITAL”
José Luís Carneiro mostrou-se ontem disponível para “assumir mais responsabilidades no seio do Partido Socialista, nomeadamente a nível distrital” e desafiou os militantes e dirigentes socialistas do Distrito a fazer do Porto “o centro do debate político a nível nacional”. O autarca assegurou, no entanto, que irá manter-se como presidente da Câmara de Baião até ao final do mandato como foi prometido aos eleitores.
“Baião quer dar o seu contributo para o debate político distrital que se avizinha e que inaugurará um novo ciclo político. Um ciclo que terá pela frente as eleições presidenciais, as europeias, as legislativas e as autárquicas. É por entendermos que este ciclo é mais exigente, que queremos dar um outro tipo de contributo à vida do Partido no distrito”, defendeu aquele que nas últimas autárquicas conquistou a maior vitória de sempre dos socialistas no distrito (com 67% dos votos).
O discurso foi proferido no tradicional Jantar de Natal do PS-Baião, perante quase mil pessoas, entre as quais Nuno Cardoso, Pedro Baptista, Agostinho Gonçalves, o recém-eleito presidente da Câmara de Mesão Frio Alberto Pereira, e dirigentes de vários pontos do distrito.
Elegendo a regionalização como a “causa das causas” para o desenvolvimento do país, José Luís Carneiro classificou de inadmissível o crescimento das assimetrias regionais. “A lógica do poder deve ser a de dar às comunidades os instrumentos e ferramentas de decisão e não afastá-los”, concluiu.
“Há quem argumente que a regionalização não é bem-vinda nesta época de crise económica, mas creio que esta solução não implicaria o crescimento da despesa, antes uma melhor afectação dos recursos. Seria, até, uma forma de fazer frente à crise”, notou. Para José Luís Carneiro “o capital de experiência e conhecimento obtido pelos recursos humanos das Comissões de Coordenação e das Direcções Regionais” deverá servir de base às futuras regiões administrativas.
O socialista eleito pela primeira vez em 2005 deixou ainda um desafio: “devemos contribuir para a produção de um pensamento político relativo às novas atribuições e competências das autarquias locais. Deveremos ter um pensamento próprio sobre o modo como as autarquias se devem posicionar no em áreas tão importantes como a Educação, a Saúde, a Acção Social, o Ambiente, o Ordenamento do Território e a participação dos cidadãos nos instrumentos de gestão municipal”.
O autarca entende igualmente que as “candidaturas autárquicas do PS devem pautar-se por uma certa identidade estratégica e programática. Essa concertação política estratégica deverá ter em conta as múltiplas realidades no interior da região e do próprio distrito do Porto”.
O baionense frisou ainda a necessidade de ter um partido “aberto e em diálogo permanente e constante” com a sociedade: “estamos convencidos que um partido com esta inserção na vida cívica e capaz de ouvir e perceber essa dinâmica teria evitado e perda da maioria absoluta do PS. Um partido com esta dinâmica será o melhor aliado do Governo, pois, permitirá o ajustamento das políticas públicas às efectivas e justas necessidades sócio-culturais e económicas do País”.
“Na última legislatura foram implementadas boas políticas, mas muitas vezes faltou a ligação do partido com a sociedade civil, para que estas percebessem o porquê da avaliação dos professores, da actuação da ASAE. Faz igualmente sentido que haja um acompanhamento muito próximo da forma como estão a ser aplicadas as prestações sociais – a rendimento social de inserção, o acesso à formação profissional, ou o subsídio de desemprego”.
“Por último”, notou, “é tempo de conhecermos e de participarmos na discussão sobre as propostas de reforma eleitoral discutidas pelos dois partidos ao mais alto nível. É que, pelas notícias vindas a público sobre os estudos realizados por entidades independentes, se os partidos avançarem no sentido das propostas apresentadas por essas entidades, poderemos vir a assistir a uma das maiores transformações políticas desde o 25 de Abril. Ora, o distrito do Porto tem que participar activamente nesta discussão”.
O socialista referiu-se ainda à questão das portagens no grande porto, defendendo o surgimento de uma “visão integrada” sobre a área metropolitana e a região norte. “É preciso criar uma política de portagens que tenha em conta as relações existentes entre as região e factores de natureza económica, social e ambiental, pois há que promover o uso do transporte público”.
Os outros discursos da noite ficaram a cargo do presidente da Concelhia do PS-Baião, Paulo Pereira, o presidente da Assembleia Municipal de Baião, José Pinho Silva e o antigo presidente da Assembleia Municipal baionense e candidato à autarquia, José Teixeira de Sousa, que ao fim de 18 anos de relação com o PS-Baião na qualidade de independente se tornou recentemente militante socialista. Tal como 200 novos militantes ontem apresentados.
José Luís Carneiro deve ser visto como exemplo de autarca. Lutou, não desanimou, prometeu e cumpriu, atributos raros nos dias que correm. Hoje Baião está no mapa, quando se fala nesta terra já todos cnseguem associar a um qualquer evento. Refiro um, a aposta efectuada na educação e principalmente no ensino básico.
ResponderEliminarUm líder a quem ainda não deram uma equipa (O Mourinho dos tempos do Leiria).
José Luís Carneiro é o melhor para presidente da Federação. Aliás para ser melhor do que o cepo que lá está até é bom demais.
ResponderEliminarAlém de mais, o José Luís já foi a votos diversas vezes, teve a melhor votação de sempre do PS no distrito do Porto, o Renato nunca foi a votos, vive à sombra desta choldra de aparelho.
ResponderEliminarSe não fiscalisarem os cadernos e nao meterem fiscais em todas mesas fazem o mesmo que ao Doutor Pedro chapelada da cabeca aos pes
ResponderEliminarO problema não está nas chapeladas, mas sim nos "militantes" a quem pagam cotas para surgirem os votos de apoio.
ResponderEliminarE isso é, infelizmente, a prática conhecida de todos os partidos ditos democráticos.
Quem tem coragem para alterar as regras e criar um órgão externo que verdadeiramente fiscalize a vida interna dos pilares da democracia em Portugal?
Paulo MB está enganado o problema já está nos cadernos que vem falsificados porque Lisboa faz o que os presidentes das concelhias querem porque am Lisboa estão feitos com o Renato e foi assim que fizeram ao Doutor Pedro porque o Renato não esteve pra gastar dinheiro a pagar as quotas deles todos quem fes os cadernos eleitorais foram as concelhias é tudo muito pior do que as pessoas sonham e quem pensa que vê não vê nada são um bando de vigaristas
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