


Vem Maio! Vem com o teu primeiro dia, em memória do sangue de Filadélfia donde floriram as giestas e as multidões de todos os anos...



rte! Será assim?
ara 2,6%, já em 2009.
do nos empréstimos à habitação, quase não parou de subir longo do mês de Abril, devendo atingir um valor médio próximo de 4,8%, o mais alto desde Dezembro. No último ano, a prestação mensal de um empréstimo de 150 mil euros já se agravou quase 12%.Na sexta-feira, a Euribor a seis meses, o indexante mais usado nos empréstimos à habitação em Portugal, fixou-se nos 4,881%. A Euribor a três meses também subiu para 4,847% e a 12 meses alcançou os 4,964%, o máximo em sete anos e meio. Só na quarta-feira, último dia do mês, se ficará a conhecer o valor médio da Euribor em Abril, mas tudo indica que deverá ficar bem acima dos 4,60% atingidos pela Euribor a seis meses no mês passado.Com a falta de liquidez no mercado interbancário, motivada pela crise financeira internacional, e par de uma possível subida das taxas directoras do Banco Central Europeu (BCE) para travar as pressões inflacionistas na Europa, o preço do dinheiro transaccionado entre os bancos tem resultado numa subida das taxas Euribor.Mas não é só a subida destes indexantes que pesa mais na taxa final a pagar pelo consumidor. Perante a escassez de dinheiro, os bancos tornaram-se mais restritivos na concessão e apertaram os critérios. A negociação da margem financeira aplicada pelo banco, o conhecido spread, é uma tarefa mais difícil, que se traduz no pagamento de uma taxa mais elevada. Hoje em dia, dificilmente um cliente que for contrair um novo empréstimo conseguirá um spread abaixo dos 0,8 pontos percentuais, com a banca a fazer depender a negociação desta margem da subscrição de um conjunto de produtos e serviços bancários subscritos pelo cliente.Assim, dificilmente um cliente conseguirá negociar uma taxa de juro abaixo de 5,6 ou 5,8%, para um novo empréstimo. Se atendermos que, há um ano atrás, para as mesmas condições, um consumidor conseguia uma taxa de 4,8%, significa um aumento de 11,8% na prestação a pagar. Para um pedido de crédito de 150 mil euros, a prestação a pagar com uma taxa de 4,8% era de 787 euros por mês, contra um valor de 880 euros, quando aplicado um juro de 5,8%. Esta é uma situação que se conjuga (e resulta) num cada vez menor recurso ao crédito à compra de casa, que comprovam os números de 2007, face a um maior aperto financeiro por parte das famílias. 


Necessárias muitas cores, muita pluraridade, muito debate e pensamento, muita liberdade e inteligência, para que a rosa se expresse em toda a sua beleza e perfumes, para que minimize os espinhos.
Necessário muita água e sol, muita exposição, contacto com o mundo, visão, audição, emoção, para que a imagem da rosa perdure como objectivo futuro de um país e um mundo melhor, mesmo se não totalmente realizável de imediato.

Ainda cheira a cravos... Só para que se saiba que cá andamos e, se tudo correr a preceito, cá andaremos mais uns tempos... Dias de solidariedade e de um pouco de descanso, de reganhar forças para os combates do futuro... Vale a pena travá-los, vale a pena vencer, vale a pena sentirmo-nos limpos com a nossa consciência, sabendo que fazemos o que podemos para melhorar as coisas, sabendo que não nos subjugamos ao hábito de encolher os ombros, de baixar a cabeça ou de balir com o rebanho... Cada homem uma consciência, uma capacidade criativa e crítica, uma liberdade, um voto, um
a dignidade de ser cidadão. É legítimo que lutemos pelos nossos interesses e sejamos solidários com os que nos são mais próximos, por vezes é mesmo obrigatório e prioritário, mas é grandioso que o sejamos capazes de fazer ao serviço do país, ao serviço de todos, ao serviço de uma Causa que enobrece o nosso ser. Cada homem, nas condições que lhe dão, tem a dimensão que escolhe ter. E nada disso tem a ver com a dimensão da quinta, nem do automóvel, muito menos dos números da conta bancária...
sa de praia ou de campo propiciado pelo fim-de-semana prolongado.
no para ano, a serem ameaçados, já que, muitos outros, jazem enterrados.



em é?), mesmo em relação ao mais comercial-xunga o Porto poderá ficar apenas com as salas junto ao Dragão, uma vez que todas as da Baixa feneceram com as grandes políticas de revitalização desta coligação de direita no poder camarário. Olhem o que seria se não fosse a centralidade do Dragão que, por sua vez, nunca existiria se Rui Rio estivesse à frente da cidade há mais tempo!
rte nenhuma, toda a gente sabe porquê!
tão a comentar

palavras de Ana Gomes e nelas confiando, a situação de "atlantismo" com a não subserviência dos Açores aos EUA, o que nem sempre tem acontecido...