quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Medidas imediatas para reduzir a despesa pública político-admnistrativa

1. Redução do Governo para 6 titulares além do 1ª Ministro:
Negócios Estrangeiros;
Administração Interna e Defesa;
Economia, Finanças, Ordenamento, Ambiente e Obras Públicas;
Educação, Universidades, Ciência e Cultura;
Emprego, Trabalho e Solidariedade Social;
Saúde.
2. Redução de 1/3 das secretarias de Estado;
3. Redução para 1/3 de todas as assessorias nomeadas dos ministérios, secretarias de Estado e Parlamento;
4. Reduçaõ de 1/3 do número de deputados e passagem para metade dos assessores parlamentares nomeados.
5. Dissolução de todos os governos civis;
6. Fim ao financiamento dos partidos pelo erário público;
7. Regionalização política do país com a deslocação da maior parte da administração para as regiões, num processo de racionalização e diminuição de alguns sectores da admnistração pública.
(P.B.)

7 comentários:

Tovi disse...

Com este texto o Pedro Baptista teve piada. :-)

Anónimo disse...

E talvez corte de 30% nos vencimentos dos Conselheiros, dos Catedráticos, dos Generais e dos Altos chefes dos hospitais e dos ministérios em geral, bem como um agravamento de 30% no IRS no vencimento dos Altos gestores públicos e privados - mas isso, politicamente insustentável hoje, só pode vir a acontecer quando a teta secar, em 2016. Lamentável Portugal, mais uma vez, como o viram grandes cidadãos republicanos dos anos 20, aliás, bem cedo, uma desilusão angustiante que agora atinge novo pico, escusado seria mas é.

Carlos disse...

E se acabássemos com o país?

Morria o bicho, passava a peçonha. Poderíamos tranformar esta coisa num colonato alemão, por exemplo. Porquê alemão, perguntarão. Porque os alemães são os únicos que trabalham na UE, o resto, de certo modo, vive na babugem. Trariam conhecimento, capacidade de trabalho, de organização e o respeito pelas leis. E com um pouco de jeito até julgariam os cleptocratas da política e da banca.

Alguma coisa os nativos tugas aprenderiam. Ficaríamos com a bandeira, o hino e a selecção nacional-lisboeta, a do professor (só se for de ginástica)Queirós. Bora?

Sérgio disse...

E quem toma estas medidas da mais elementar justiça fepublicana? E muitas outras no mesmo sentido? O problema é que o poder é poder para ser... poder!

Fortuna disse...

Bingo sérgio!!!!

Sérgio disse...

Ou seja para roubar! É preciso outro tipo de poder controlado pelos cidadãos. A democracia tem de ser mais directa e os instrumentos de fiscalização mais independentes. O governo está com ódio de morte ao tribunal de Contas, e fez em 2007 a lei que protege os 3 da vida airada Cocó, Ranheta e Facada de sresm escutados como os outros.

Anónimo disse...

falt atacar afonte do despesismo...
as juntas de freguesia e as Cãmaras municipais...