Têm estado a ouvir o que neo-liberais e ultra-liberais dizem agora do seu tão querido mercado "livre", da sua tão bem-amada liberdade de enriquecer imoralmente à custa da especulação e da finança de casino? E, pelos vistos, quem lhes vai pagar o azar dos últimos dias somos nós, que vamos ter de lhes cobrir a parada! Não haverá nada de sujo e ignóbil em tudo isto? Será que como dizia o Fujiama chegamos ao fim da história no sentido do fim desta estória? Ideias alternativas precisam-se: socialismo democrático com mercado livre mas regulado, o poder ao serviço dos cidadãos, nomeadamente a banca, alternativas civilizacionais ambientalmente sustentadas, novas relações Norte-Sul! A selva financeira mundial do capitalismo (pretensamente sistema) faliu! Ideias para a esquerda precisam-se depressa antes que surjam ideias à extrema-direita. Ideias novas e unidade anti-sectária e anti-dogmática! Nova gente: estes deram o que tinham a dar! Os yupies, afinal , não passam de pobres diabos... PB
2 comentários:
Anónimo
disse...
O problema são as alternativas. Enquanto a esquerda continuar a dormir e a ser representada no Porto por incapazes e incompetentes não vamos la. O que se pode pensar de um político que se candidata a um cargo Distrital e não quer debater ideias e projectos? Ontem i os neoliberais convidados pela televisão pública a tentar justificar o injustificavel.O rof Daniel Bessa até citou McCaine ara dizer que agora não e altura para encontrar os responsáveis. Há que gastar algum dinheiro dos nossos impostos para salvar o mercado financeiro.Não os vi assim tão prontos para salvar o emprego e o Estado Social. Querem que alguma coisa mude para que tudo fique na mesma. Já dizia Lampduza no "O Leopardo" Continuam a gozar connosco. Os yuppies em 20 anos destroçaram a economia e agora querem indmnizaç~es chorudas. E depois dizem "é mercado a funcionar" Quando virem na rua milhões de pessoas nem sabem onde se meter como é costume.
Sábias palavras, Carlos Pinto, que têm todo o meu acordo. As alternativas não haõ-de chegar numa nuvem messiânica, enm numa manhã de nevoeiro. Temos de trabalhar sobre elas, avançando passo a passo e demarcando-nos dos que, por interesses pessoais de carreira e riqueza, se venderam ao mundo dos negócios selváticos do neo-liberalismo. Por exemplo, os propalados reguladores, pontews entre o poder político e o empresarial-financeiro, a quem se pagam fortunas, mostra-se inteiramente, e talvez intencionalmente, incapaz. As alternativas, cá para mim - e ainda hoje disse isto aos meus alunos, hão-de passar por um exercício activo da cidadania também em relação a isto, em particular em relação à banca. É preciso uma espécie de vigilância cívidca sobre a banca e outros sectores, pois está mais que visto que a alienação desse poder, em favor dos reguladores nomeados com grandes tachos e em grandes panelas, deu o que deu, falhou.
62 anos, militante do PS desde 1995 até 18 de Novembro de 2010.Deputado à A.R. entre 1995 e 1999. De 1968 a 1971 foi dirigente estudantil, sendo co-fundador e dirigente de “O Grito do Povo” a partir de 1971. Em 1973 foi preso político e deportado.
Integrou a Mesa Nacional da Plataforma de Esquerda de 1993 a 1995.
É doutorado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É romancista com várias obras publicadas ("Sporá", Afrontamento, 1992; "O Cavaleiro Azul", Campo das Letras, 2001; "Pessoas, animais e outros que tais", Campo das Letras, 2006; "A Queima do cão de palha", Campo das Letras, 2008).Como ensaísta "Ao Encontro do Halley", 1987, "O Filósofo fantasma", 2010, "A Pluralidade na Escola portuense de filosofia", 2010.
É investigador-integrado no Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da U. do Porto, investigador-colaborador no CEPP da U. Católica e no CII-Direitos Humanos da U. do Minho.
Nos últimos 20 anos colaborou com os jornais “O Comércio do Porto”, “O Jogo” e “Jornal de Notícias”, sendo actualmente comentador do programa “Análise do Dia”, no "Porto Canal", colaborador do semanário "Grande Porto" e do quinzenário "Entre as Artes e as Letras".
2 comentários:
O problema são as alternativas.
Enquanto a esquerda continuar a dormir e a ser representada no Porto por incapazes e incompetentes não vamos la.
O que se pode pensar de um político que se candidata a um cargo Distrital e não quer debater ideias e projectos?
Ontem i os neoliberais convidados pela televisão pública a tentar justificar o injustificavel.O rof Daniel Bessa até citou McCaine ara dizer que agora não e altura para encontrar os responsáveis. Há que gastar algum dinheiro dos nossos impostos para salvar o mercado financeiro.Não os vi assim tão prontos para salvar o emprego e o Estado Social.
Querem que alguma coisa mude para que tudo fique na mesma. Já dizia Lampduza no "O Leopardo"
Continuam a gozar connosco.
Os yuppies em 20 anos destroçaram a economia e agora querem indmnizaç~es chorudas.
E depois dizem "é mercado a funcionar"
Quando virem na rua milhões de pessoas nem sabem onde se meter como é costume.
Sábias palavras, Carlos Pinto, que têm todo o meu acordo. As alternativas não haõ-de chegar numa nuvem messiânica, enm numa manhã de nevoeiro. Temos de trabalhar sobre elas, avançando passo a passo e demarcando-nos dos que, por interesses pessoais de carreira e riqueza, se venderam ao mundo dos negócios selváticos do neo-liberalismo. Por exemplo, os propalados reguladores, pontews entre o poder político e o empresarial-financeiro, a quem se pagam fortunas, mostra-se inteiramente, e talvez intencionalmente, incapaz.
As alternativas, cá para mim - e ainda hoje disse isto aos meus alunos, hão-de passar por um exercício activo da cidadania também em relação a isto, em particular em relação à banca. É preciso uma espécie de vigilância cívidca sobre a banca e outros sectores, pois está mais que visto que a alienação desse poder, em favor dos reguladores nomeados com grandes tachos e em grandes panelas, deu o que deu, falhou.
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