
Donde, deixemo-nos de hipocrisias e vamos encarar a questão de frente e de fundo. Ou demonstre-se como é possível, um homem como Cravinho, estar a "inventar"... O que não é o caso deste tipo de pseudo-argumentos, ou seja de falácias informais... A questão que nunca foi esclarecida e levanta cada vez mais dúvidas, ou mesmo suspeitas é: o que estava afinal errado nas propostas do camarada João Cravinho para o GPPS as chumbar de forma tãqo peremptória?
(Portugal Diário) Em Linha 27.07.08
O PS respondeu às críticas de João Cravinho, garantindo que «não recebe lições de combate à corrupção» do ex-deputado socialista que este domingo disse que a grande corrupção «de Estado e política» está a aumentar em Portugal.
Numa declaração à Agência Lusa, o líder parlamentar do PS, Alberto Martins, assegurou que a sua bancada «não recebe lições de combate à corrupção do engenheiro João Cravinho» e promete continuar esse «combate sem tibiezas e sem desautorizar o esforço que está a ser feito».
Em entrevista à Rádio Renascença, RTP2 e Público, João Cravinho, que esteve na origem do pacote de medidas anti-corrupção apresentado na Assembleia da República, rejeitado pelo PS, disse que a grande corrupção «de Estado e política» tem vindo a aumentar, «independentemente dos partidos». Para o antigo deputado, «há factos anómalos na lei contra a corrupção».
Na resposta, Alberto Martins advertiu ainda o combate à corrupção «pratica-se e não vive de proclamações». «Quem faz deste combate, repressivo e preventivo, uma bandeira, não o deixa a meio», frisou Alberto Martins.
O PS respondeu às críticas de João Cravinho, garantindo que «não recebe lições de combate à corrupção» do ex-deputado socialista que este domingo disse que a grande corrupção «de Estado e política» está a aumentar em Portugal.
Numa declaração à Agência Lusa, o líder parlamentar do PS, Alberto Martins, assegurou que a sua bancada «não recebe lições de combate à corrupção do engenheiro João Cravinho» e promete continuar esse «combate sem tibiezas e sem desautorizar o esforço que está a ser feito».
Em entrevista à Rádio Renascença, RTP2 e Público, João Cravinho, que esteve na origem do pacote de medidas anti-corrupção apresentado na Assembleia da República, rejeitado pelo PS, disse que a grande corrupção «de Estado e política» tem vindo a aumentar, «independentemente dos partidos». Para o antigo deputado, «há factos anómalos na lei contra a corrupção».
Na resposta, Alberto Martins advertiu ainda o combate à corrupção «pratica-se e não vive de proclamações». «Quem faz deste combate, repressivo e preventivo, uma bandeira, não o deixa a meio», frisou Alberto Martins.
Sem comentários:
Enviar um comentário